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Comentários críticos


“Sarah cisma em tecer areia. É maluca por estrelas. Como os sonhos demandam tempo, açúcar e espírito, ela não sonha: escreve (o que parece dar no mesmo). Às vezes o sonho é pesadelo para personagem e ela, firme e um pouco cruel, permite maldades”. Saulo Ribeiro, escritor, professor e editor (Editora Cousa).


“Contos e Microcontos é feito de histórias curtas e curtíssimas que ficam remoendo no leitor por algum tempo, histórias que pedem que você preencha as lacunas e imagine um final para os personagens. Apesar de ser um pequeno livro, ele pede uma leitura lenta e minuciosa. Ler esses contos apenas uma vez não basta, é preciso relê-los para tentar absorver seus detalhes”. Lívia Corbellari, jornalista.


“O livro de Sarah se faz assim. Partido em duas metades, sem nenhum intervalo, sem nenhuma pausa de refrescância no meio. “ Dia” e “Noite”. Duas caixas de surpresas, postas uma ao lado da outra. E tão cheias de ritmo e de histórias e de situações que tudo se torna inesperado como um susto, a cada nova releitura. E tão bem estruturadas e tão lindamente construídas que causa espanto dizer que se trata de um livro de estreia”. Bernadette Lyra, escritora e professora.


“Inventar-se é o que a narrativa de Sarah Vervloet faz, como primeira mentira que leva a uma segunda, a uma terceira, tal que, no ritmo ficcional de mentir, a metamorfose dos seres produz nadadeiras que são asas, de tal sorte que o fundo do mar torna-se o raso do ar, na inocência de existir fora do peso de verdades instituídas, autoritárias, que nos emparedam”. Luís Eustáquio Soares, escritor e professor.


“Quem escreve – isso eu aprendi com Sarah Vervloet – poderia morrer um pouco em cada página, de pasión mortal, talvez, como una paloma triste enfrentando o céu na queda da Terceira Ponte; poderia esconder, de punhos cerrados, um caco de vidro perfurando a palma da mão, num jorro incontido de sangue”.  Lucas dos Passos, escritor e professor.

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“Dia. Noite. Assim se dividem os dias, assim se divide o livro da Sarah. Contos e microcontos traz juntamente com a sua originalidade, uma narrativa direta que permite ao leitor o debruçar em histórias fantásticas e refletir após a leitura dessas. Dois contos, em especial, chamaram bastante a minha atenção: ‘A mulher que controlava os pães’ e ‘Contanto que eu não chore’. O último traz implicitamente a tristeza e a saudade inevitáveis. E a lembrança, consolo do inevitável. Contos e microcontos é, sem dúvida, um presente para os leitores e para a literatura capixaba. Não só o livro da Sarah, como todos os seus textos são dignos de nota. A leitura flui de forma natural e agradável e os textos trazem, como diz Bernadette Lyra, na sua crônica sobre ‘O livro da Sarah’, publicada no Jornal A Gazeta, ‘um arrepio bem dito na espinha’. Sarah contribui e contribuirá muito para o estudo e difusão da literatura capixaba. Somos privilegiados por tê-la e ter também seus textos sempre por perto”. Marília Carreiro Fernandes, escritora e editora (Editora Pedregulho). OUÇA AQUI O COMENTÁRIO.

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